25.10.2020: DEPOIMENTO – PROTOCOLO COIMBRA E ARTRITE REUMATOIDE

Por Rosangela Salles.

“Em meados de 2009 tive tendinite nos dois punhos. Fiz fisioterapia, mas não adiantava muito. Depois comecei a ter dores nas duas mãos e nos dois pés. Fui ao ortopedista novamente, fiz mais fisioterapia, e nada de resultados. Depois ele me encaminhou para uma reumatologista, que através dos exames fechou o diagnóstico de artrite reumatoide.

“Durante dois anos tomei a medicação convencional, incluindo injeções semanais de Metotrexato na barriga, até que no final de 2012 minha imunidade caiu. Tive herpes zoster, com sequelas nas solas dos pés até hoje (dor e formigamento), pois atingiu os nervos dos membros inferiores.

“A reumatologista queria que eu passasse a usar o medicamento biológico, mas fui retardando essa decisão e usando doses altas de corticoides e analgésicos para tirar as dores.

“Nesse tempo todo, desde 2008, meu marido estava tendo vários problemas de saúde, sem diagnóstico. Fomos a médicos de várias especialidades, tanto de convênio como vários especialistas do HCSP (Hospital das Clínicas São Paulo), em consultas particulares caríssimas de 40 minutos. Era como se ele estivesse com um “curto circuito” neurológico, mas nenhum exame, das centenas que fez, acusava alguma coisa, e cada hora apresentava um sintoma diferente. Teve inúmeras hipóteses diagnósticas, desde labirintite, Parkinson, miastenia gravis, ELA (esclerose lateral amiotrófica), esclerose múltipla, mas nenhum médico fechava o diagnóstico.

“Nesse meio tempo eu só aumentava os meus medicamentos para controlar as dores, até que em setembro de 2013 vimos o Dr. Cícero no Globo Repórter falando sobre o tratamento com altas doses de vitamina D para doenças autoimunes, e mostrava os casos de dois jovens com esclerose múltipla, sendo um deles surfista.

“Renovamos nossa esperança. Afinal era um professor doutor neurologista da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo). Consegui marcar consulta já para o final de outubro.

“Lá fomos nós com uma sacola cheia de exames de análises clínicas, tomografias e ressonâncias de diversos segmentos, punção, laudos, etc.

“Na época meu marido já precisava de auxílio de cadeira de rodas, pois estava perdendo a mobilidade e só andava com a minha ajuda ou de outras pessoas.

“Quando o Dr. Cícero foi até a recepção nos chamar, olhou bem para meu marido, guiou a cadeira de rodas até o consultório, pediu para eu ajudá-lo a se levantar e andar com ele pela sala.

“Após quatro horas de consulta, sem ver um único exame de imagem ou laudos – somente pela anamnese, nossos relatos, aparência e exame físico – falou diretamente e sem rodeios sobre o diagnóstico: o senhor tem PSP (paralisia supranuclear progressiva).

“Infelizmente não era autoimune e sim degenerativa, e não poderia ser aplicado o Protocolo Coimbra, porém seria aplicado o Protocolo Deanna, com vitamina D em dose um pouco mais alta que a fisiológica, e alguns suplementos.

“Num primeiro momento meu marido teve uma boa recuperação dos movimentos, mas, como era uma doença degenerativa, apresentava variações.

“Na consulta mencionei minha artrite reumatoide. Ele falou sobre a importância do controle do stress e me prescreveu a dose fisiológica, até minha consulta com outro médico da clínica, que seria no mês seguinte.

“No final de novembro de 2013 comecei a fazer o Protocolo Coimbra, com a dose individualizada de vitamina D, polivitamínico e ômega 3.

“Paralelamente ao meu tratamento havia o acompanhamento relativo ao do meu marido, com as evoluções e recaídas dele, ao mesmo tempo em que a doença progredia e ele ia perdendo várias funções.

“Para a minha segunda consulta troquei de médico, por ser o consultório do outro mais próximo de nossa casa. Minha médica acompanhava tudo o que estava acontecendo, tanto nas consultas semestrais como pelas orientações por e-mail quando eu enviava resultados de exames, e sempre estavam alterados; não conseguia estabilizar. A dose de vitamina D ora tinha que ser aumentada, depois diminuída, e assim sucessivamente. Minha médica sempre pedia para que eu controlasse o stress, mas quando estamos no “olho do furacão” é impossível nos distanciar.

“As dores sumiam e reapareciam. Houve ocasião em que eu tinha que tomar um Tandrilax para passar o dia e outro para poder dormir, pois não conseguia nem me mexer na cama.

“Isso tudo durou até janeiro de 2015, quando meu marido faleceu depois de três internações hospitalares devido aos diversos problemas ocasionados pela PSP (sonda gástrica, perda do controle de necessidades fisiológicas, perda da fala, perda dos movimentos das pernas, várias broncopneumonias, o que ocasionou insuficiência respiratória).

“Só consegui ficar com os exames mais controlados no final de 2016, tal era o meu grau de stress, mesmo que aparentemente eu seja calma e não seja ansiosa.

“Minha dose de vitamina D depois de vários ajustes está estável, assim como também os resultados dos exames.

“Ainda não “desliguei” a artrite reumatoide, mas desinchei dez quilos por ter retirado o corticoide, e dificilmente sinto dores. Consigo fechar os botões e zíperes das roupas e objetos e fazer os trabalhos de casa sem problemas. A maior vitória foi abrir garrafas PET e potes de vidro sozinha, coisas que eram impossíveis de fazer anteriormente. Já houve ocasiões em que tive que juntar várias embalagens e pedir ao zelador para vir aqui em casa para abri-las.

“Devido à dieta de restrição de leite e derivados, além da hidratação de 2,5 litros de líquidos por dia, meu corpo está saudável e tenho qualidade de vida. Antes da pandemia estava fazendo caminhadas e musculação; atualmente tento sempre fazer alguns exercícios em casa mesmo, seguindo sugestões de vídeos do YouTube. Meu convênio também envia pelas redes sociais algumas atividades para fazermos na quarentena.

“Protocolo Coimbra não faz milagres, nem é como remédio de novelas: tomou, sarou na hora. Cada pessoa tem o seu tempo; alguns organismos reagem mais rapidamente, outros demoram mais.

“O mais importante é confiar, e principalmente controlar o stress e a ansiedade, mesmo que tenha que tomar uma medicação para esse fim.

“Só tenho a agradecer ao Dr. Cicero Galli Coimbra, pois através dos conhecimentos dele meu marido teve uma melhora na qualidade de vida, mesmo que tenha sido por tempo limitado.

“No meu caso, vivo cada dia com a certeza de que só terei mais benefícios seguindo o Protocolo Coimbra, pois o Dr. Cicero continua sempre pesquisando. Por isso é muito importante procurar um médico do Protocolo (treinado por ele) na lista oficial nos grupos do Facebook e no Instagram, pois ele os atualiza em relação às pesquisas e descobertas.”

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PROTOCOLO COIMBRA E ARTRITE REUMATOIDE Por Rosangela Salles 💛 “Em 2009 tive tendinite nos dois punhos. Depois comecei a ter dores nas mãos e pés. Fiz fisioterapia, mas não tive resultados. Fui encaminhada para uma reumatologista, que diagnosticou artrite reumatoide. “Durante dois anos tomei a medicação convencional, incluindo Metotrexato. No final de 2012 minha imunidade caiu. Tive herpes zoster que deixou sequelas até hoje, pois atingiu os nervos dos membros inferiores. “A reumatologista quis mudar para o medicamento biológico, mas não aceitei; permaneci usando corticoides e analgésicos para tirar as dores. “Desde 2008 meu marido apresentava vários problemas de saúde, sem diagnóstico. Consultamos médicos de várias especialidades, mas os exames não eram conclusivos, e ele apresentava a cada momento diferentes sintomas. As hipóteses diagnósticas eram labirintite, Parkinson, miastenia gravis, ELA (esclerose lateral amiotrófica), esclerose múltipla, e outras. “Eu aumentava os meus medicamentos para controlar as dores. Em setembro de 2013 vimos o Dr. Cicero no Globo Repórter falando sobre o tratamento com altas doses de vitamina D para doenças autoimunes. Renovamos nossa esperança. “Consegui marcar consulta para o final de outubro. Levamos uma sacola cheia dos exames anteriormente feitos. “Meu marido já precisava de cadeira de rodas, pois estava perdendo a mobilidade. O Dr. Cicero pediu para eu ajudá-lo a se levantar e andar com ele pela sala. “Foram quatro horas de consulta. Somente pela anamnese, nossos relatos, aparência e exame físico o Dr. Cicero deu o diagnóstico: PSP (paralisia supranuclear progressiva). “Infelizmente não era doença autoimune, e sim degenerativa. Não poderia ser aplicado o Protocolo Coimbra. Seria aplicado o Protocolo Deanna, vitamina D e alguns suplementos. “Inicialmente meu marido teve uma boa recuperação dos movimentos, mas por ser doença degenerativa, apresentava variações. “Na consulta mencionei minha artrite reumatoide. O Dr. Cicero falou sobre a importância do controle do stress e me prescreveu a dose fisiológica até minha consulta, que seria no mês seguinte. ⬇️⬇️⬇️

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